O que quer que eu faça na vida será insignificante mas é muito importante que o faça, deixo de viver normal para pensar em ti, como o habitual.
Sei já o que me espera de ti.
Passo minutos a pensar que este sentimento está morto, vi-te que uma vez me olhaste como novelas de amor.
Mas não deixes que tudo estrague estas vidas em que tocamos.
Será que isto é sentido por todos? Ou será só parvoíce poética?
Um kit de poemas de aventuras da minha vida histórica, ainda vividas, sinto amor a partir e outro a chegar.
Não se compara a esta cidade perdida no mundo como o meu sentimento perdido em ti.
O meu amor estúpido que não vale mais nada em ti, que é apenas mais lixo na tua cabeça, porque não volto para onde vim?
Vem cá, não vás lá, deixa-a, dá valor a quem todo dá.
Abre os olhos, vê o que tens em frente aos pés. Sempre pudeste fazer a tua chamada, sendo eu a polícia do teu reino.
Não estou bem.
Podes estar a divertir-te sem mim mas eu não me divirto sem ti, podes matricular-te na diversão sem mim mas não é formação que tu queres.
O que vou fazer? Respirar? Por ti?
Só quero que saibas o que sou, que digas o que por ti mudou.
Vivo naquele submundo depois do teu, talvez seja um pouco excessivo, mas eu percebo-o.
Caí na queda horrível ao imaginar-te com pedras de falso valor.
A vida é sobre as pessoas.
Atiraste o teu charme para cima de mim e deixaste-me jogar nele. Entraste na minha cabeça uma só vez.
Acho que ninguém mais preenche estes meus gostos por ti. Podemos sair ou talvez conversar, sentados no meu coração, apostando no acaso de encontrarmos alguma coisa de interesse.
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