Vi por ti nascer a luz do escuro,
O nascer negro da claridade
Que morre por fim à maldade.
Do seu brilhante olhar fresco
Morrido pelo ataque preto.
A fita encarnada estampada no seu rosto,
Escuro e claro de se ver.
Da felicidade impressa naquele som,
Dado a ouvintes a oportunidade de chorar
Mágoas tortas da sua luz.
A parvoíce dá à piada motivos de viver.
Derramada a lágrima feliz que se soltou
Do mundo infernal vivido sem dor
Onde tudo o que acontece é sem amor.
Deixada a palavra deitada sob um manto
De flores secas derretidas e desfeitas
Pela luz do infinito.
Castanhos olhos te olham de cima em baixo,
Amarguras te aguardam.
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