És, diariamente, questionado se é transponível o teu amor para as fronteiras distantes de um coração só.
Um traste insulto, já conhecido por todas as mágoas em mim vividas e deixadas pelas lágrimas de solidão.
Transladaste uma caixa de segredos durante todo este tempo, tudo isso me ocultaste, nem um único segredo deixaste escapar. Vi que um fim próximo se aproximava de cada ocultação tua. Fiquei radiante ao saber que nada mais me irias esconder. Sabendo que todas as mudanças precisariam de se soltar, brincar, conjugar o escuro que aparece no meio de cada espaço.
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