Enfim só, como sempre dominei o mundo.
Tantos e nenhum a pertencer-me.
Se com um dedo fiz magia com uma mão farei a vontade de viver.
Se as pérolas da minha riqueza não aparecem na concha só farei a concha encontrar as pérolas, com que então impossível?! Bem se é possível sim, mas para a sua presença na concha perder-se-ia uma riqueza sem valor.
É mesmo assim as minhas pestanas fazem flexões, para cima…, para baixo…, por entre elas descem ideias para a nova dança. Pela fonte escorregam palavras musicais cansadas da imprópria vida. Nas bancadas do meu jogo permanecem duas equipas: mágoas e felicidade, a vencedora deixará transparecer lágrimas por todo o corpo.
Se no final uma pérola se apresentar fecharei a concha e o meu olhar se apagará.
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