sábado, 7 de maio de 2011

Dói e não pára...

Acordo e não sei se vou sentir de novo.
Fico parada, questiono e nada. Então penso que hoje já não há dor.
Brinco com o tempo, chateio-o e tudo mais e meia volta depois o meu estado se altera, a dor volta, o sossego se vai e a inquietação apresenta-se pela frente.
Dói e não pára...
Já nem me dou ao trabalho de abrir a boca e largar gemidos de dor, agora fico no silêncio e esmago a dor através de lágrimas, através de movimentos dos olhos.
Não ligues à minha cara, ao meu rosto ou a quem me ampare. Eu estou de maneira bem, assim como ninguém.

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